Jogo que o
SCM
dominou na 1ª parte, levando para o intervalo a vantagem de 2 golos sem
resposta.
No início da 2ª parte o Sto Cristo conseguiu
equilibrar e chegar ao empate. Primeiro a 2-2 e depois a 3-3, logo a
seguir ao SCM
se adiantar novamente no marcador. Ripostou o SCM
com dois golos para fazer o 3-5. A um minuto do fim a equipa da casa conseguia
reduzir para 4-5. Então começa a história do jogo:
A 6 segundos do fim e quando o Sto
Cristo já havia atingido a 5ª falta. O árbitro apita a sexta falta contra
o Sto Cristo. O capitão Bruno tocou a bola para Tó para este colocar a bola na
marca de pontapé livre de 10 metros (Lei 14). Quando Tó agarra a bola para
executar o pontapé livre, qual não é o espanto de todos quando um Sr. vestido de
amarelo, marca mão ao jogador do SCM
em cima da linha de área. Após os protestos naturais, de tão incrédulos e
desconcentrados que ficaram os jogadores do SCM
(que poderiam ter feito o 6º golo), o Sto Cristo chega ao empate num erro técnico, digno de um presente de Natal
antecipado, por um Sr. cuja incompetência é tal que para o bem da modalidade, se espera que nunca mais
apite jogos do SCM, ou de qualquer
outra equipa .
Poderia surgir na cabeça do árbitro
a ideia que o jogador executou o livre naquele ponto. ERRADO. Consultado a Lei
14 nenhuma das alíneas foi respeitada. Nem a posição dos adversários, nem a
colocação da bola em jogo (que não pode ser passada, mas rematada com a intenção
de obter golo e só estará em jogo depois desta tocar no guarda-redes, postes ou
barra ou sair do campo), assim sendo a bola nunca esteve em jogo. ERRO TÉCNICO
GROSSEIRO.
Com o frio a aproximar-se a passos
largos será melhor ficar no cantinho da sua lareira, em vez de brincar com o
trabalho que as equipas tentam fazer durante a semana e nos jogos.
Sacrificando família, amigos, tempo de lazer, e no fim de semana vir um Sr.
designado por árbitro brincar com um apito, não tendo a mínima noção daquilo que
está a fazer em campo, para além da arrogância do quero posso e mando. Exige-se
acima de tudo, respeito pelas instituições desportivas, que afinal de contas
pagam os seus honorários.
Senhores responsáveis da arbitragem
da A. F. Bragança é urgente separar o trigo do joio, ou situações caricatas como
esta arrastarão a modalidade para o descrédito ou campeonatos com 4 ou 5
equipas.